
Título: Darwinia
Autor: Robert Charles Wilson
Editora: Saída de Emergência
Sinopse: "Em 1912, a História, tal como a conhecemos, foi mudada pelo Milagre. De um momento para o outro o Continente Europeu desaparece misteriosamente e é substituído por uma estranha terra de monstros antediluvianos e florestas infernais conhecida por Darwinia. Para uns, o Milagre é um acto de retribuição divina; para outros, a oportunidade de formar um novo império.
Guilford Law, um rapaz de catorze anos, testemunhou o Milagre na forma de estranhas luzes no céu sobre o oceano. E anos depois abandona a América, governada por um expedição como fotógrafo que sobe o Reno e penetra finalmente nas profundezas ocultas do continente.
Mas o que Guilford vai descobrir está muito para lá do que poderia imaginar. O que começa como uma aventura pela sobrevivência, termina com a derradeira revelação do destino da Humanidade no Universo."
Crítica
O Darwinia é um livro cuja acção se passa em 1912, uma história alternativa da Terra, onde a Europa se transformou subitamente num lugar cheio de árvores de espécies desconhecidas e de monstros. Centra-se na história de um homem, Guilford Law, que vai explorar o novo continente, ao qual as pessoas chamam “Darwinia”.
O Darwinia é um livro que considerei muito interessante. As descrições dos monstros que habitam em Darwinia são intrigantes, e quando mudava de capítulo e narrava a história de outra personagem, dava vontade de saltar os capítulos para ler outra vez da outra personagem… linguagem rica, história espectacular.
Mas havia alguns pontos fracos… por vezes, não se entende o que o escritor pretende mostrar, porque a narração é muito confusa. Houve uma parte que eu mesmo depois de ler de novo, não entendi muito bem. Mas conforme o livro foi avançando, entendi melhor.
As personagens têm todas as suas próprias características, e os seus defeitos e qualidades. Foram bem criadas, mesmo os corajosos sentiam algum medo, em certos momentos. São todas realistas.
Este é livro vale mesmo a pena ler!
Personagens Preferidas: O piquete – sem dúvida, por ser tão inesperado – e Lily – pela sua coragem.
Nota: 8/10